Google

Guarde suas fotos

Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens

17.11.08

Borges brilha, São Paulo vence o Figueira e segue líder isolado

O São Paulo vai curtir mais uma rodada na liderança isolada do Campeonato Brasileiro. Depois de iniciar a partida a mil por hora, cair de produção entre o final do primeiro tempo e o início da etapa final, o Tricolor mostrou o seu poderio ofensivo e venceu o Figueirense por 3 a 1, neste domingo, no Morumbi. Borges (2) e Hugo foram os autores dos gols do melhor ataque da competição. Cleiton Xavier descontou.

Com mais um resultado positivo dentro de casa, o São Paulo, o melhor mandante do Brasileirão, chegou aos 68 pontos e segue na primeira colocação, muito próximo de alcançar uma das quatro vagas na Libertadores. Já o Figueirense continua na 19ª e penúltima posição, com 35 pontos, e seriamente ameaçado pelo rebaixamento.

Na próxima rodada, o São Paulo enfrenta o Vasco, domingo, às 17h, em São Januário, no Rio de Janeiro. Já o Figueirense entra em campo mais cedo e encara o Náutico, na quinta-feira, às 20h30m, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis.

Anderson assume vaga de Zé Luís

Muricy Ramalho manteve o esquema tático 3-5-2. Sem contar com o polivalente Zé Luís, que jogaria na zaga, na vaga de André Dias, suspenso, mas sentiu uma lesão no joelho, o treinador optou pela entrada de Anderson. Logo aos três minutos, após jogada ensaiada em cobrança de falta de Jorge Wagner, Miranda cruzou e Borges, de letra, mandou a bola na rede, mas pelo lado de fora.

Jogando pelos lados do campo, marcando no setor ofensivo e encurralando o Figueirense na defesa, o São Paulo criou algumas oportunidades de gol logo no início do jogo. E, aos oito minutos, Borges abriu o placar. Jorge Wagner cruzou do setor direito e o atacante, de cabeça, deixou a sua marca na rede.

Aos 14 minutos, Joilson roubou a bola da zaga, invadiu a área e chutou em cima do goleiro. No rebote, Borges, sem goleiro, perdeu gol incrível, mandando a bola para fora. Aos 18, após cruzamento de Hernanes, Borges chutou fraco e Wilson fez a defesa. Em seguida, após cruzamento de Hernanes, Hugo cabeceou a bola por cima do travessão.

Mesmo diminuindo o ritmo na marcação, o Tricolor continuou pressionando. Após 22, após tabela com Borges, Jean, de fora da área, quase fez um golaço. Assustado com a pressão são-paulina, o Figueirense virou presa fácil. Mas foi em vão. Aos 24, após cruzamento certeiro de Dagoberto, Gomes não saiu do chão, Borges ajeitou a bola e com categoria tocou na saída de Wilson para fazer 2 a 0.

Em desvantagem no placar, o Figueirense ficou entregue em campo. Mesmo precisando tentar amenizar o prejuízo, a equipe catarinense, em várias oportunidades, chegou a ter 10 jogadores atrás da linha do meio- campo. O primeiro chute a gol do Figueira aconteceu somente aos 25, com Cleiton Xavier, que Rogério defendeu.

Acomodado, o São Paulo afrouxou na marcação, passou a errar passes no meio-campo e abriu espaços para os contra-ataques do Figueirense. De tanto vacilar, o Tricolor foi castigado merecidamente aos 43 minutos. Cleiton Xavier ganhou na dividida com Jean e chutou, a bola desviou na zaga e enganou Rogério Ceni. (Assista ao vídeo com o gol catarinense).

Segundo tempo

Com Tadeu na vaga de Lima, o Figueirense passou a ter mais presença no setor ofensivo. O São Paulo recuou e passou a jogar apenas no contra-atque. Foi assim que Jean, aos seis minutos, arriscou chute de fora da área e o goleiro Wilson espalmou a bola para escanteio.

Nervoso em campo, o São Paulo continuou errando passes, parou de jogar pelos lados do campo e criou pouco no setor ofensivo. O Figueirense cresceu na partida, adiantou a marcação e foi atrás do empate.

Mas, quando o Figueirense estava melhor na partida, o São paulo encaixou um contra-ataque preciso. Joilson recebeu lançamento preciso de Jorge Wagner, invadiu a área e tocou para Hugo, livre de marcação e sem goleiro, empurrar a bola para o fundo da rede.

Após marcar o terceiro gol, o Tricolor recuperou o dominio da partida. O Figueirense ainda exigiu boa defesa de Rogério Ceni, com uma cabeçada de Tadeu. Aos 42 minutos, Dagoberto conseguiu uma façanha incrível. Após cruzamento de Joilson, ele, sem goleiro, mandou a bola para fora. Inacreditável.

17.7.08

12° Rodada do Brasileirão

Com Barradão lotado, São Paulo mostra superioridade sobre o Vitória

O Barradão recebeu 35 mil torcedores para o jogo entre Vitória e São Paulo. E quem levou a melhor foi o visitante. Com uma atuação convincente e forte marcação, o Tricolor bateu o anfitrião por 3 a 1. Hugo, Dagoberto e Éder Luis fizeram os gols da vitória e foram os destaques do time paulista. Com o resultado, o São Paulo chegou a 20 pontos, o mesmo número que o time da casa possui no Brasileirão. Mas fica uma posição atrás do Rubro-Negro, que está em quinto. Na próxima rodada, o Vitória enfrenta o Flamengo, no Maracanã, e o Tricolor encara o Botafogo no Morumbi, ambos no domingo. Gol anulado e domínio tricolor

Logo aos cinco minutos, Dinei desceu até o limite do campo e cruzou rasteiro para Willians finalizar para a rede. Porém, a arbitragem anulou o gol, alegando que a bola saiu pela linha de fundo. O lance gerou dúvidas nos jogadores e torcedores do Vitória. O time da casa criava mais oportunidades.

Sem dar tempo para o Vitória ter outra grande chance, Hernanes cruzou na área aos 12 minutos e mandou a bola na cabeça de Hugo, que desviou, sem marcação: 1 a 0.

O dono da casa sentiu o gol sofrido. Ameaçava o Tricolor na base do contra-ataque, aproveitando a velocidade da dupla de frente. Mas era pouco eficiente e facilmente envolvido pelo adversário. O visitante seguia com a forte marcação desde o campo de ataque.

Anfitrião tenta reagir, mas dupla são-paulina funciona

No segundo tempo, o Vitória até que pareceu ter mais iniciativa no começo. Logo no primeiro minuto, Ramon cobrou uma falta perigosa, obrigando Rogério Ceni a espalmar a bola. Aos cinco, o camisa 1 segurou uma tentativa de Willians. Aos dez, a melhor chance do dono da casa: Ramon bateu na pequena área, e Ceni fez a primeira defesa. Depois, o ídolo são-paulino evitou com o pé direito o gol de Marco Antônio no rebote.

Depois dos momentos de pressão, o Tricolor buscou segurar o jogo no campo de defesa, para esfriar o ânimo do anfitrião. De tanto segurar, achou o espaço ideal aos 28 minutos. Em bela jogada individual, Dagoberto entrou na área pela esquerda, passou por dois marcadores e bateu forte, para estufar a rede de Viáfara.

A dupla formada por Dagoberto e Éder Luis, dois jogadores que não têm características de centroavante, deu certo. Aos 35, foi a vez de Éder fazer sua bela jogada. Em um contra-ataque rápido, ele arrancou pelo meio-campo e desferiu um chute certeiro. Era o terceiro do Tricolor, e a torcida do Vitória começava a deixar o Barradão.

Muricy ainda teve tempo de promover a estréia do jovem Pablo, que estava no banco para compor o grupo de reservas e se juntou ao elenco esta semana. O garoto entrou e quase ajudou o time a marcar o quarto. Mas foi o Vitória que diminuiu: Jackson tentou, Ceni defendeu com dificuldade; no rebote, Dinei empurrou para dentro: 3 a 1.


Palmeiras deita e rola em campo no segundo tempo e bate o Flu

Com uma atuação de gala no segundo tempo, quando acuou o adversário na defesa, fez dois gols, mandou bola no travessão e fez a torcida gritar olé em campo, o Palmeiras derrotou o Fluminense por 3 a 1, nesta quarta-feira, no Palestra Itália, pelo Campeonato Brasileiro. O melhor de tudo é que com a vitória do São Paulo por 3 a 1 diante do Vitória, em Salvador, o Verdão roubou da equipe baiana a quarta colocação e finalmente voltou ao G-4, com 21 pontos. O baixinho Kléber fez dois gols de cabeça, enquanto o estreante Maicosuel completou o placar para o Palmeiras. Já o Fluminense, que continua com nove pontos, ocupando a 18ª colocação, e na zona do rebaixamento, descontou com Washington. Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras enfrenta o Goiás, domingo, às 16h, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Já o Fluminense volta a campo no sábado, às 18h10m, no Maracanã, quando terá pela frente o Figueirense.

Gols de cabeça no primeiro tempoO Fluminense começou o jogo animado. Logo no primeiro minuto, Dodô fez bela jogada, deixou Jeci no chão, e chutou forte. Marcos fez ótima defesa. O Palmeiras respondeu com Valdivia, que chutou de fora da área. A bola desviou na zaga e saiu para escanteio. Enquanto o Tricolor das Laranjeiras priorizou a velocidade, o Verdão explorou as jogadas pelas laterais, trocando passes pelo meio com Diego Souza, Valdivia e Denílson, e deixando Kléber isolado entre os zagueiros. Sem conseguir entrar na área do Flu, o Verdão passou a arriscar chutes de fora da área. Foi assim que Valdivia, aos 11 minutos, bateu forte na bola e Fernando Henrique espalmou para escanteio. Em ótimo lançamento de Elder Granja, Kléber invadiu a área e bateu cruzado. Fernando Henrique levou um susto. Com Elder Granja atuando feito um terceiro zagueiro, e Sandro Silva protegendo o sistema defensivo, o Palmeiras conseguiu conter a criatividade do quarteto Conca, Thiago Neves, Washington e Dodô. Mas o Fluminense também teve o mérito de anular Valdivia, Diego Souza, Denílson e Kléber. A maioria dos chutes acabou acontecendo somente de fora da área. O Palmeiras, com maior volume de jogo, abriu o placar aos 33 minutos em jogada pelo alto. Denílson acertou cruzamento preciso para Kléber, entre os zagueiros, tocar de cabeça para o fundo da rede. Mas o Flu chegou ao empate rapidamente, aos 35, após cobrança de falta de Thiago Neves, em que Washington aproveitou o vacilo da zaga e, de cabeça, deixou tudo igual.

Verdão manda no segundo tempo

O Palmeiras voltou com tudo na etapa final e novamente pelo alto chegou ao segundo gol em falha de Fernando Henrique. Logo aos três minutos, Leandro cruzou, o goleiro do Fluminense saiu em falso e o baixinho Kléber, outra vez de cabeça, levou a melhor entre os zagueiros para fazer 2 a 1. Assustado, o Fluminense se encolheu. E Kléber, em bela jogada individual, quase marcou o terceiro. Ele arriscou chute da entrada da área, a bola desviou na zaga e bateu na rede pelo lado de fora. Depois, aos nove, Leandro tentou cruzar, a bola pegou efeito, e Fernando Henrique a mandou para escanteio e impediu um gol espírita. Melhor em campo, o Verdão perdeu outra chance de ampliar o placar. Aos 17, Leandro lançou Diego Souza, que invadiu a área e na saída de Fernando Henrique tocou a bola para fora. A pressão alviverde não terminou. Aos 19, após boa jogada de Denílson, Valdivia mandou a bola no travessão. Aos 22, Diego Souza perdeu um gol incrível. Ele foi lançado, invadiu a área livre de marcação, e chutou fraco, em cima de Fernando Henrique. Luxemburgo percebeu que o time cansou de tanto atacar e perder gols. E, aos 28, promoveu a estréia de Maicosuel na vaga de Denílson. Aos 30, Diego Souza, de fora da área, exigiu bela defesa de Fernando Henrique. E com apenas quatro minutos em campo, mais precisamente aos 32, Maicosul, após cruzamento de Leandro, mandou a bola para o fundo da rede. O Palmeiras continuou deitando e rolando em campo na etapa final. Aos 35, após ótima jogada, Diego Souza chutou da entrada da área e Fernando Henrique, com os pés, evitou o quarto gol. Apagado e sem esboçar reação, o Fluminense virou presa fácil e perdeu de pouco.

SANTOS


Anúncio sobre futuro de Cuca fica para esta quinta-feira


A reunião entre o técnico Cuca, do Santos, e o presidente do clube, Marcelo Teixeira, terminou por volta da 1h desta quinta-feira. Nenhum anúncio oficial foi feito, mas dificilmente o treinador permanecerá no comando do clube. Ele deverá tornar pública a sua saída nesta quinta-feira, em Santos. Após a derrota por 3 a 0 para o Figueirense, nesta quarta, em Florianópolis, o treinador pediu demissão. No entanto, Teixeira convenceu Cuca a esperar e o convocou para uma reunião no hotel onde a delegação está hospedada. Após a conversa, Teixeira desceu para o restaurante e não quis dar entrevistas. Cuca continuou em seu quarto conversando com o subdiretor de futebol, Reinaldo Alvarez. Após o papo com Alvarez, o treinador preferiu não adiantar nada. Vai se pronunciar novamente somente em Santos. - Não tenho mais nada para falar. O que tinha para dizer, disse na coletiva - cortou Cuca. Após o jogo, o treinador foi evasivo. Não disse se fica ou se sai. - A situação é complicada e a responsabilidade é toda minha. Quando as coisas não vão bem, é claro que mudanças devem ocorrer, mas temos de ter calma nesse momento. Vamos conversar com a diretoria e ver o que é melhor para todos. Principalmente para o clube - disse


Botafogo atropela o Ipatinga e revive bons tempos diante da sua torcida


Se o objetivo era vencer pela primeira vez o adversário e reviver os bons tempos, a realização foi completa. Com um futebol envolvente, o Botafogo fez 4 a 0 no Ipatinga, nesta quarta-feira, e deixou otimistas os torcedores que compareceram ao Engenhão, mais de 10 mil. Com o resultado, o Alvinegro chega aos 15 pontos, e por enquanto, ocupa o décimo lugar no Brasileirão. Já o Ipatinga permanece com sete pontos, e se mantém na lanterna da competição, podendo estar mais longe do penúltimo colocado ao final da 12ª rodada.
O Botafogo começou a partida pressionando muito a saída do Ipatinga e, com isso, dominando a posse de bola. Com um futebol de velocidade e toques rápidos até o ataque, não demorou até marcar o primeiro gol. Numa jogada ensaiada trabalhada desde os tempos de Cuca, Thiaguinho cobrou falta rasteira para Zé Carlos, que, de muito longe, acertou uma bomba no canto esquerdo de Rodrigo Posso, fazendo 1 a 0, aos seis minutos. Foi a comemoração perfeita para o camisa 11, que completou 28 anos na última terça.
Disposto a matar o jogo o mais rapidamente possível, o Botafogo continou a empurrar o Ipatinga em seu campo defensivo. A equipe mineira tinha dificuldades em sair com a bola e a desorganização deixava espaços para o Alvinegro. E foi numa jogada rápida que a equipe ampliou, aos 18 minutos. Thiaguinho mostrou reflexo ao passar de cabeça para Wellington Paulista. O atacante avançou e chutou forte, estufando a rede do goleiro, que sequer pulou para tentar a defesa. Foi o terceiro gol do atacante em três partidas, depois de ficar quase dois meses sem marcar. A partir de então o Botafogo deixou cair o ritmo, optando por jogadas mais complicadas e errando alguns passes. O Ipatinga até teve chances de chegar mais perto do gol, mas faltava técnica, principalmente nas conclusões.
Em mais uma jogada de Thiaguinho, o Botafogo marcou o terceiro aos 44 minutos. O lateral improvisado avançou em velocidade pela direita, entortou um marcador e cruzou rasteiro. Jorge Henrique apareceu na área para concluir. Apesar da vitória garantida, o Botafogo mostrou que não estava satisfeito com o placar e começou o segundo tempo como terminou o primeiro. Logo aos sete minutos Thiaguinho cruzou do lado direito para Jorge Henrique, que entrou na área em velocidade e tocou para fazer o quarto. Aos 15 minutos o técnico Ney Franco promoveu a estréia de Gil, substituindo Lucio Flavio. O trio de atacantes durou pouco tempo, pois logo depois Wellington Paulista deixou o campo para a entrada de Leandro Guerreiro. Até o fim da segunda etapa o Botafogo pressionou o Ipatinga com uma marcação forte na saída de bola. A torcida estava de tão boa vontade com o time por causa da atuação convincente que aplaudiu Jorge Henrique depois que o atacante caiu sozinho, de maneira bisonha, ao puxar um contra-ataque. Mas, era noite alvinegra no Engenhão, e tudo foi motivo de festa.



22.5.08

Flu leva a melhor no Maraca e está na semifinal da Taça Libertadores

O Fluminense segue fazendo história nesta edição da Taça Libertadores . O Tricolor carioca assegurou pela primeira vez sua participação em uma semifinal da competição ao bater o tricampeão São Paulo nesta quarta-feira, no Maracanã, por 3 a 1. O time paulista havia vencido o jogo de ida, no Morumbi, por 1 a 0.

O Flu aguarda agora seu adversário, que pode sair nesta quinta-feira do duelo entre Santos e América do México. Tudo vai depender de uma combinação de resultados, porque dois clubes do mesmo país obrigatoriamente se enfrentam na semifinal. Portanto, se o Santos se classificar, terá pela frente o Tricolor. Caso o San Lorenzo vença a LDU, no outro confronto das quartas-de-final, o time argentino pegará o perigoso Boca Juniors, também por serem do mesmo país. Se o América do México e a LDU se classificarem, o Flu jogará contra o Boca Juniors. Se América e San Lorenzo passarem, o adversário dos cariocas será a equipe mexicana - o único fora das possibilidades de cruzamento com o clube das Laranjeiras é o vencedor do confronto LDU x San Lorenzo.

Flu arrasador

O Fluminense começou o jogo cheio de vontade e não deu a menor chance para o Tricolor Paulista nos primeiros minutos do duelo. Logo aos 8 minutos, Conca deu passe com açúcar para Cícero, que invadiu a área e bateu cruzado. Rogério Ceni salvou o São Paulo.

A pressão seguiu muito forte. Só dava Fluminense no jogo e, a aos 12 minutos, a equipe das Laranjeiras foi recompensada pelo show de investidas. Júnior César levantou a bola na área e Cícero escorou levemente de cabeça. A redondinha sobrou para Washington, que chutou a bola de qualquer jeito e abriu o placar.

Depois do susto, o São Paulo intensificou o trabalho de meio-campo, na tentativa de anular as jogadas criadas por Conca.

Entretanto, quando atacava, a equipe de Muricy Ramalho era obrigada a ouvir um "apitaço". Havia 50 mil apitos na torcida do Flu para fazer muito barulho no ouvido dos jogadores são-paulinos a cada tentativa.

Aos 18 minutos, o Tricolor Paulista perdeu uma ótima oportunidade de empatar o jogo. Hernanes cobrou falta da entrada da área, mandou uma verdadeira bomba, mas a bola saiu à direita do gol de Fernando Henrique.

A partida, então se equilibrou. O Fluminense, que não deu chance para o São Paulo respirar no início do duelo, reduziu a velocidade no jogo, mas nem assim ficou menos perigoso. Aos 37 minutos, faltou muito pouco para o time carioca ampliar a vantagem no placar. Conca desceu pelo meio, percebeu que Rogério Ceni estava adiantado e bateu para o gol. A bola, caprichosa, bateu na trave, e, no rebote, Thiago Neves desperdiçou, mesmo sem goleiro.

Sufoco na etapa final

No primeiro minuto da etapa complementar, Adriano tentou o empate. Com um chute de fora da área, o Imperador obrigou o goleiro Fernando Henrique a se esticar para alcançar a bola.

Aos 6 minutos, Conca deu a resposta. O argentino aproveitou uma brecha de defesa são-paulina e chutou para o gol. A bola, para alívio de Rogério Ceni, foi para fora.

Aos 13, foi a vez de o São Paulo atormentar a zaga. Aloísio tabelou com Adriano, que recebeu a bola e bateu forte para o gol. Fernando Henrique espalmou. No lance seguinte, Aloísio sofreu falta na entrada da área. Na cobrança, Rogério Ceni, que ainda não marcou nenhum gol de falta este ano, mandou para fora.

Aos 19, Aloísio brilhou novamente no ataque do São Paulo. Após uma 'trombada' com Adriano na entrada da área do Flu, Chulapa ficou com a bola e bateu cruzado. A bola saiu lentamente, à esquerda do gol.

Aloísio deu outra alma ao ataque do São Paulo, e a opção de Muricy para o segundo tempo ajudou o time a conquistar o empate. Na marca dos 25 minutos, Chulapa avançou pela esquerda, entortou um zagueiro e cruzou para Adriano finalizar para o gol.

Mas o Fluminense deu o troco no minuto seguinte, com Dodô. Conca lançou a bola na área, e a zaga do São Paulo cochilou. O atacante pegou a bola de primeira e mandou por entre as pernas de Rogério Ceni: 2 a 1 Fluminense, resultado que daria a classificação ao Tricolor Paulista.

O jogo ficou dramático. O São Paulo, satisfeito com o placar, se preocupava em segurar a bola. Do outro lado, o Fluminense se desesperava. Aos 42 minutos, Thiago Neves arriscou um chute, mas Rogério Ceni não decepcionou desta vez.

Aos 46 do segundo tempo, entretanto, Washington apareceu para decidir a partida. Thiago Neves cobrou escanteio, e o atacante subiu mais alto que a zaga são-paulina. Vitória do Fluminense que, assim, conseguiu se classificar pela primeira vez para as semifinais da competição sul-americana.

15.5.08

Imperador decide, e São Paulo vence Flu


Diante de mais de 60 mil pessoas, recorde de público do Morumbi no ano, o São Paulo largou na frente no duelo brasileiro por uma vaga na fase semifinal da Taça Libertadores. Na vitória do Tricolor Paulista por 1 a 0 sobre o Fluminense, na noite desta quarta-feira, Adriano marcou o gol que decidiu a partida e levou a melhor sobre Washington no duelo de centroavantes.

Com o resultado, o Tricolor paulista vai ao Rio de Janeiro, na próxima quarta, podendo empatar ou até perder por um gol de diferença, desde que marque pelo menos um gol. Uma vitória por 1 a 0 leva o jogo para os pênaltis e triunfo do Tricolor carioca por dois gols de diferença dá a vaga nas semifinais ao time das Laranjeiras.

Imperador marca quinto na Libertadores

O São Paulo entrou em campo consciente que precisava vencer em casa. E por isso partiu para cima do Fluminense, que entrou em campo sem Conca, mas com o atacante Dodô. Adriano assustou Fernando Henrique logo aos quatro minutos de jogo, com um chute forte. Aos cinco, em mais uma jogada do Imperador, Miranda desviou para o gol, mas o impedimento foi marcado.



A primeira chance do Flu, que estava muito recuado, foi aos dez minutos. Após cruzamento de Gabriel, Cícero escorou em direção ao gol, mas a zaga são-paulina evitou que a bola entrasse. Aos 11, Washington cobrou uma falta sem muito perigo para Rogério Ceni, e Junior Cesar disparou um chute em cima da defesa adversária aos 13.

Após um breve bom momento do Flu, Adriano apareceu novamente. Ele participou de três jogadas ofensivas, uma por minuto. E conseguiu marcar o gol aos 19. Após bela arrancada de Hugo, o atacante recebeu e acionou Dagoberto pela esquerda, que avançou e finalizou. Fernando Henrique espalmou para o meio da área e a bola encontrou o Imperador pronto para o chute certeiro, com muita tranqüilidade. Foi o quinto gol do camisa 10 na Libertadores e o 16º na temporada. Ele ofereceu o gol para a namorada, Joana.
Após o gol, o Fluminense conseguiu se reorganizar até com certa rapidez. Mas, aos 42, quase sofreu o segundo. Após cruzamento, Adriano cabeceou em cima de Fernando Henrique, que espalmou e evitou o gol do São Paulo.

Thiago Neves não gosta de sair

Os técnicos não fizeram alterações no intervalo. Mesmo vencendo, o São Paulo seguiu pressionando o Flu. Aos cinco minutos, Fernando Henrique foi bombardeado. Ele rebateu um chute de Dagoberto. A bola sobrou para Richarlyson soltar um chute forte, e novamente o goleiro espalmou. Quando Hugo foi tentar o chute, pela esquerda, já estava impedido.

Aos nove, o Flu chegou com perigo. Thiago Neves chutou da entrada da área, a bola bateu na cabeça de Alex Silva e saiu tirando tinta do travessão. Aos 12, Dagoberto novamente arriscou de longe.

O técnico Renato Gaúcho tentou melhorar a criação do Flu ao tirar Thiago Neves, que não esteve bem, e colocar Conca em campo. Neves deixou o campo irritado com a substituição, pela linha de fundo, evitando cumprimentar o companheiro que entrava no gramado. Aos 22, o argentino levou perigo ao gol de Ceni ao cobrar uma falta na área. A defesa tirou.

O São Paulo seguia perigoso. Aos 26, Hugo entrou na área, mas se atrapalhou e foi desarmado. Um minuto depois, Dagoberto perdeu uma grande chance ao bater, já caindo, sozinho. A bola saiu por cima do gol de Fernando Henrique.

Aos 32, Aloísio, que não jogava desde o dia 30 de março por causa de uma torção no tornozelo, entrou no lugar de Dagoberto, que foi muito aplaudido pela torcida. Muricy formou a dupla de 'gigantes' na frente para tentar o segundo gol. Aos 37, Adriano ganhou na corrida de Roger e tentou colocar a bola para Aloísio na pequena área, mas a zaga cortou antes. O Flu se defendeu até o fim e impediu que o anfitrião ampliasse o placar. Nos minutos finais, Conca fez bela jogada pela direita, driblando dois marcadores, e chutou rente ao travessão. Mas a decisão agora será no Maracanã.

13.5.08

Imperador tira o sono do Tricolor

O Fluminense atuará nesta quarta-feira em território inimigo. Mais precisamente no Reino do Imperador Adriano, que não costuma tratar muito bem seus visitantes, deixando sempre a postos seus canhões e o arsenal de gols. Diante desta realidade, o técnico Renato Gaúcho já alertou os soldados tricolores para os perigos do atacante são-paulino.

- Claro que eu vou fazer marcação especial nele, pois é um craque e está decidindo os jogos a favor do São Paulo. É um jogador que resolve, sobretudo nas bolas paradas, e temos de ter muita atenção – disse Renato Gaúcho, que nesta segunda-feira dispensou boa parte do treino para orientar a defesa.

O treinador tricolor, no entanto, diz que o Flu não tem de se preocupar apenas com o Imperador, mas também com seus companheiros, que não são meros asseclas do craque.

- O São Paulo tem um grande time, não é apenas o Adriano que decide. Temos de marcar em cima o Adriano e todos os outros – avisa.

12.5.08

São Paulo acerta com Rodrigo

Juvenal Juvêncio, presidente do São Paulo, confirmou a contratação do zagueiro Rodrigo, que já passou pelo Tricolor e estava emprestado ao Flamengo pelo Dinamo de Kiev. O jogador faz exames médicos na capital paulista na manhã desta segunda-feira e, se tudo correr bem, deve ser apresentado nesta terça.

No entanto, o atleta, que sofreu uma fratura no braço jogando pelo Rubro-Negro, não será inscrito para as quartas-de-final da Libertadores.

Segundo o presidente, o zagueiro ainda precisa de tempo para se recuperar e, se o São Paulo passar pelo Fluminense, o jogador será inscrito nas semifinais da competição. Rodrigo foi liberado pelo Flamengo e ficará no time paulista por empréstimo até o fim do ano. O Tricolor pagou uma quantia em dinheiro ao Dinamo de Kiev, dono dos direitos federativos do zagueiro, mas o valor não foi divulgado.

Rodrigo foi repatriado pelo Flamengo no fim do ano passado, mas não se adaptou ao clube carioca. Tanto que o vice-presidente Kléber Leite declarou que o jogador não deixaria saudades na Gávea.

8.5.08

Imperador e Dagol classificam Tricolor


O São Paulo conseguiu a classificação às quartas-de-final da Libertadores na noite desta quarta-feira, no Morumbi, ao vencer o Nacional (URU) por 2 a 0. Adriano marcou um no primeiro tempo e Dagoberto fez um golaço no segundo, em uma partida dura para o anfitrião.
Com o resultado, o time paulista consegui a vaga e agora enfrenta o Fluminense nas quartas. O primeiro jogo é na próxima semana, no Morumbi. A partida de volta será no Maracanã, pois o Tricolor carioca teve melhor campanha na primeira fase.

Imperador resolve

Sem Jorge Wagner, o São Paulo sofreu durante o primeiro tempo com a falta de criatividade no meio-campo. O Tricolor começou o jogo disposto a sair com a vitória, e procurou o gol desde o início, já que o empate sem gols levaria a partida para a disputa de pênaltis. O problema é que o time estava sentindo dificuldade na armação de jogadas.

Ainda assim, na marca dos 17 minutos, a torcida soltou um grito de gol. Éder Luís bateu cruzado da grande área e Miranda deu um carrinho para empurrar a bola para a rede. Mas o juiz viu impedimento no lance e anulou a jogada.

O primeiro lance realmente perigoso aconteceu somente aos 33 minutos, com uma cabeçada de Adriano. O goleiro Vieira foi obrigado a se esticar todinho para garantir a defesa.

Aos 37, o Imperador acertou a pontaria. Éder Luís lançou a bola na área e Adriano, oportunista, aproveitou a falha na zaga rival e, da pequena área, chutou de perna esquerda para abrir o placar no Morumbi. Aos 40, Rogério Ceni quase ampliou a vantagem após cobrança de falta.





Dagoberto faz o primeiro do ano





Logo no início do segundo tempo, o lateral Caballero fez outra falta dura e, como tinha amarelo, foi expulso. A torcida tricolor ficou na expectativa de ver o time melhorar em campo. Apesar de ainda ter dificuldades na criação, a vantagem de ter um homem a mais fez com que o São Paulo chegasse mais à área adversária.



O Nacional apostava nos contra-ataques e assustou Rogério Ceni aos 11 minutos, em um chute cruzado de Bertolo. Aos 13, a resposta tricolor: Richarlyson arrisca pela esquerda e obriga o goleiro Viera a fazer grande defesa.



Na tentativa de aproveitar os espaços e o fato de o adversário tem apenas dez homens em campo, o técnico Muricy Ramalho tirou Éder Luis e colocou Dagoberto para formar um trio de frente com Borges e Adriano. O camisa 11 passou a ser o encarregado de criar as chances para os dois atacantes de área.



Adriano ainda ajudava, saindo mais da área para buscar a bola do que costuma fazer. Aos 23 minutos, Hugo perdeu um gol incrível. Sozinho, de cara para o gol, o meia jogou a bola para fora, à esquerda do gol de Vieira.
Vendo que o São Paulo tinha dificuldades de marcar o segundo, e sabendo que um gol do Nacional dava a vaga aos uruguaios, Muricy fechou a equipe ao tirar Borges e colocar Fábio Santos. Só não esperava que Dagoberto fizesse um golaço. O atacante invadiu a área pela direita, com velocidade, e chutou cruzado, sem chances para Viera. Foi o primeiro dele na temporada. Emocionado, ele comemorou com os companheiros

30.4.08

No frio, Tricolor tenta primeira vitória fora


É como um recomeço: agora na fase mata-mata, o São Paulo tenta deixar as atuações abaixo do esperado no passado e se concentrar na busca do quarto título da Libertadores, que é considerada a competição mais importante para os torcedores. O primeiro desafio é pelas oitavas-de-final: o jogo de ida contra o Nacional, nesta quarta-feira, às 22h, no estádio Gran Parque Central, em Montevidéu (URU). O Tricolor tenta a primeira vitória fora de casa na competição, e terá que jogar com muito frio. A previsão de temperatura para a hora do duelo é de 3ºC

Até agora, o São Paulo foram três jogos em terras estrangeiras: no primeiro, uma pressão do Nacional, em Medellín, e o empate por 1 a 1, que acabou sendo um resultado favorável. A segunda partida fora foi contra o Sportivo Luqueño, no Paraguai. O Tricolor poderia ter saído com a vitória, mas se desconcentrou e sofreu o gol de empate no finzinho. E, no Chile, uma atuação ruim dos paulistas diante do Audax Italiano, que tinha cinco desfalques e um time com poucas pretensões. Mas, mesmo assim, aproveitou uma falha da defesa e garantiu o 1 a 0 sobre os são-paulinos.

- Estamos tranqüilos sobre o fato de ainda não termos vencido fora. Deixamos a oportunidade escapar. Mas vamos jogar com inteligência, pois é um mata-mata e o resultado fora é importante - destaca Zé Luis.

Jancarlos à disposição

O técnico Muricy Ramalho não revela a equipe.
Novidade na lista de inscritos para a Libertadores, o lateral-direito Jancarlos deve ficar como opção no banco de reservas. Contratado em março, o jogador foi registrado na vaga deixada por Carlos Alberto. Mas Muricy deve escalar Éder de início.

Na zaga, o mais provável é que Alex Silva e Miranda tenham a companhia de Zé Luis, improvisado. No meio, o treinador deve optar por Hernanes mais recuado, com Jorge Wagner e Éder Luis mais à frente. Borges e Adriano formam o ataque.

O elenco fez um treino leve de aproximadamente 50 minutos no estádio Gran Parque Central na noite desta terça-feira. Para suportar o frio, o preparador físico tricolor, Carlinhos Neves, caprichou no aquecimento.

Jogada área é arma do Nacional

O Nacional treinou durante cerca de duras horas no Parque Central com portões fechados. O motivo do mistério é a bola aérea. Especialistas neste tipo de jogada, o time uruguaio passou o final da tarde praticando lances ensaiados e cruzamentos. O ídolo maior do time é o atacante Richard Morales, de 1m95, que deseqüilibra nas bolas altas.

- A esta altura do torneio, todas as equipes nos conhecem. Não acho que haja surpresas, mas tentaremos aproveitar alguns erros do São Paulo - afirma o técnico Gerardo Pelusso à agência EFE.

O treinador admitiu que uma das maiores preocupações de sua equipe será cobrir o apoio dos alas do São Paulo, além de "ficar atento a Adriano, que é um bom atacante".

24.4.08

Tricolor vence Nacional e está nas oitavas

O São Paulo fez o dever de casa e venceu o Atlético Nacional (COL) por 1 a 0, na noite desta quarta-feira, no Morumbi, pela Libertadores (assista aos melhores momentos da partida). O resultado garantiu ao Tricolor a classificação às oitavas-de-final e evitou o desastre de mais uma eliminação em pouco tempo, já que o time saiu do Paulistão no último domingo. Se o gol não veio dos pés da dupla Borges e Adriano, saiu da cabeça de Alex Silva. Mas o anfitrião não jogou o futebol que a torcida esperava.

Agora o Tricolor, primeiro colocado do Grupo 7, encara o Nacional (URU) na próxima fase. Apesar de ter vencido e se classificado sem depender de uma vitória do Sportivo Luqueño (PAR) sobre o Audax Italiano (CHI), os paraguaios também deixaram a vida dos brasileiros mais tranqüila, pois golearam os chilenos. Os colombianos também se classificaram e vão encarar o Fluminense.

Difícil pelo chão, decisivo pelo alto

O técnico Muricy Ramalho escalou uma defesa sólida, com três zagueiros e dois volantes pelos lados: Zé Luis e Richarlyson. Éder Luis e Jorge Wagner cuidavam da criação para a dupla Borges e Adriano. A marcação colombiana era forte, mas mesmo assim as chances foram criadas. Só que a bola não entrava.

Aos 18, Jorge Wagner pegou um chute de primeira, que passou pertinho da trave. Aos 22, foi a vez de Alex Silva isolar uma bola na pequena área. Adriano também errou o alvo em uma cabeçada aos 32. Mas, aos 38, Alex Silva resolveu pelo alto. Ele cabeceou com precisão após cobrança de escanteio de Jorge Wagner e fez o gol justamente em seu primeiro jogo pela Libertadores este ano.

O Nacional seguia com a marcação forte e tentava algo nos contra-ataques. Rogério Ceni fez uma defesa complicada aos 33, quando espalmou um chute de Martinez.

Pressão do visitante e mais gols perdidos
Os colombianos precisavam vencer para tentar a classificação em primeiro lugar no Grupo 7 e por isso voltaram para o segundo tempo pressionando o anfitrião. Aos sete minutos, Ceni precisou espalmar para fora um chute de longe de Zuñiga. Enquanto o goleiro segurava as bolas que chegavam à área são-paulina, o Tricolor tentava o segundo gol. Alex Silva e Borges tiveram chances logo no início do segundo tempo, mas ficaram na defesa colombiana.

Aos 16, o goleiro Ospina impediu um gol de Adriano, com uma defesa em dois tempos. O Nacional balançou a rede do São Paulo aos 32, em chute de Díaz, mas o juiz anulou de forma equivocada, assinalando impedimento, confundido pelos outros dois jogadores do time que também invadiram a área. Se o jogo terminasse empatado, o Flamengo seria o adversário do time paulista nas oitavas.

Aos 40, quase que o Nacional chega ao gol. Em uma falha de Richarlyson, Zuñiga pegou o rebote e ficou diante de Ceni, mas o goleiro se atirou e impediu o gol. Sem empolgar os cerca de 25 mil torcedores que foram ao Morumbi, o Tricolor conseguiu a vaga, mas ainda deixou a desejar no futebol.

21.4.08

Verdão vence Tricolor e está na final


O Palmeiras está classificado para a final do Campeonato Paulista. Jogando dentro de casa, o Verdão não tomou conhecimento do São Paulo e, apesar das dificuldades, venceu por 2 a 0, neste domingo, no Palestra Itália. Rogério Ceni falhou no primeiro gol da partida, em um chute de longa distância de Leo Lima. Valdivia decretou a vitória no fim do segundo tempo, para delírio da torcida alviverde (assista aos melhores momentos ao lado).

Como era esperado, o jogo foi recheado de polêmicas. No intervalo, integrantes do elenco são-paulino disseram ter sido atingidos por um spray de pimenta quando entraram no vestiário do Palestra. E logo após o segundo gol, a partida ficou paralisada por mais de quinze minutos por conta de um apagão no estádio.

O Palmeiras vai enfrentar a Ponte Preta na grande final do Paulistão. O primeiro duelo deve acontecer no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. A tendência é que a partida de volta seja no Morumbi. Mas o presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, vai se reunir com os dirigentes das duas equipes, na próxima terça-feira, às 11h30m, na sede da entidade, antes de anunciar o palco das duas decisões.

Equilíbrio e frango de Ceni
As duas equipes entraram sem novidades nas escalações. Martinez substituiu Pierre, enquanto Júnior e Fábio Santos entraram nas vagas de Richarlyson e Zé Luís, respecticamente, enquanto Dagoberto permaneceu no lugar de Borges. E o jogo começou muito estudado, bem marcado e com poucas jogadas ofensivas.

A primeira jogada de perigo surgiu somente aos 16 minutos, quando Adriano recebeu passe de Jorge Wagner, ajeitou e chutou forte, de longe, para fora. A marcação continuou forte dos dois lados. Os laterais não conseguiram chegar à linha de fundo. E o clássico permaneceu tático, estudado, mas com pouca técnica.

Na primeira troca de passes no sistema ofensivo o São Paulo, Jorge Wagner lançou Dagoberto, que driblou Elder Granja e cruzou para Joílson cabecear para fora. Já o Palmeiras apostou no péssimo estado do gramado para abrir o placar aos 21 minutos. Leo Lima arriscou chute de fora da área e Rogério Ceni falhou: 1 a 0 Verdão.

O gol animou o Palmeiras e enervou o São Paulo, que ficou exposto na defesa ao partir desordenadamente ao ataque. Aos 28 minutos, Leo Lima, em novo chute de fora da área, levou perigo ao gol de Rogério Ceni. Na jogada mais envolvente do Tricolor no primeiro tempo, Jorge Wagner cruzou, Adriano cabeceou, a bola bateu em Gustavo e não entrou.

No intervalo, spray de pimenta

O São Paulo voltou bem mais cedo para o segundo tempo (assista ao vídeo ao lado que mostra os jogadores em campo antes da hora). Ao chegar no vestiário de visitante do estádio Palestra Itália, jogadores, comissão técnica e diretoria do clube do Morumbi se depararam com um mau cheiro de spray de pimenta.Um dos mais revoltados com o acontecimento foi o vice-presidente de futebol do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco. O chefe do policiamento, Coronel Botelho, disse que o mais provável é que a torcida tenha comprado um produto similar e atirado por uma das janelas do vestiário de visitante.

Valdivia liqüida o jogo
Na etapa final, o São Paulo voltou com Borges na vaga de Dagoberto. Mas o Verdão começou com tudo e antes do primeiro minuto, André Dias derrubou Kléber. Elder Granja fez a cobrança e mandou a bola na barreira. Em seguida, falta para o Tricolor. Hernanes cobrou e chutou para fora.

O Verdão levou perigo aos seis minutos. Após cruzamento de Leandro, Rogério Ceni saiu mal do gol, Valdivia apanhou o rebote e chutou a bola para fora. Aos 12, Júnior arrisca de fora da área e Marcos defendeu. Aos 14, Hernanes chutou e o goleiro alviverde espalmou para escanteio. Na cobrança, Jorge Wagner cruzou e o zagueiro Gustavo quase marcou contra.

Na base do tudo ou nada, Muricy trocou o lateral Júnior pelo meia Hugo. Luxemburgo respondeu com Denílson e Wendel nas vagas de Diego Souza e Kléber, respectivamente. Aos 25, em cobrança de falta de Jorge Wagner, Marcos fez grande defesa e espalmou a bola para escanteio. Aos 27, foi a vez de Valdivia obrigar Rogério Ceni a fazer boa defesa. Já aos 30 os treinadores foram para as suas cartadas finais. Lenny entrou na vaga de Alex Mineiro e o garoto Sérgio Mota no lugar de Joílson. Mas, aos 35, o zagueiro André Dias foi expulso por deixar o braço no rosto de Valdivia.

Mesmo com um a menos, Borges perdeu gol incrível aos 37. Porém, no minuto seguinte, em rápido contra-ataque, Wendel partiu com a bola dominada, invadiu a área e tocou para Valdivia, em condição legal, completar para o fundo da rede: 2 a 0. Depois, ainda houve um apagão. Rogério Ceni deu um tapa na orelha do chileno e receeu o cartão amarelo. O jogo recomeçou, Martinez foi expulso, Hernanes exigiu grande defesa de Marcos, aos 46, e o Palmeiras, merecidamente, festejou a sonhada classificação para a final.

18.4.08

Adriano na mira do Fiorentina

Perto de conseguir uma vaga na Liga dos Campeões, o que não acontece há algum tempo, o Fiorentina já planeja a próxima temporada. Uma das metas da diretoria é reforçar o ataque. E um nome que vem crescendo nos bastidores do clube é o de Adriano, atualmente emprestado pelo Inter de Milão ao São Paulo. A informação é do jornal italiano "La Gazzetta dello Sport".

O interesse partiu de uma sugestão do técnico do Fiorentina, Cesare Prandelli, que comandou Adriano na época em que o brasileiro defendia as cores do Parma. O comandante quer, caso a equipe assegure a vaga na competição de clubes mais importante da Europa, um ataque mais potente do que o atual, formado pela dupla Mutu/Pazzini.

Pazzini é chamado de jóia pela torcida do Fiorentina. A própria comissão técnica do clube acredita que o jovem de 23 anos tem tudo para ser um dos melhores atacantes da Itália nos próximos anos. O problema é que ele tem pouca experiência e mostrou isso na campanha do time na Copa da Uefa, quando não fez nenhum gol.

Prandelli não quer queimar Pazzini. Por isso, sugeriu a contratação de um homem que pudesse aliviar a pressão sobre seus dois principais atacantes. Um novo Vieri, experiente atacante que vez ou outra aparece no time titular do Fiorentina, mas que nem de longe lembra suas atuações do passado. E Adriano, mais perigoso e artilheiro, é a bola da vez.

Alguns nomes concorrem com o do brasileiro. Mario Gomez, do Stuttgart, e Huntelaar, do Ajax, foram descartados por causa do alto preço. Gilardino, do Milan, interessa, assim como Cassano, emprestado pelo Real Madrid ao Sampdoria. Mas Prandelli é fã de Adriano, a quem chama de "bom garoto".

- Ele é uma excelente pessoa, um bom garoto. Eu me lembro dele da época do Parma. Ele não pode ter esquecido o seu futebol. E Florença é o melhor lugar para ele recomeçar - afirma o treinador, em entrevista ao jornal italiano.

13.4.08

Tricolor vence com mão de Adriano e do juiz


om uma mão de Adriano, que abriu o placar do Morumbi usando o braço para empurrar a bola para a rede (assista ao vídeo ao lado), e outra mão do trio de arbitragem, que validou o lance, o São Paulo venceu o Palmeiras por 2 a 1 na primeira partida semifinal do Campeonato Paulista. Com o resultado, o Tricolor reverteu a vantagem e poderá, no próximo domingo, jogar por um empate no Palestra Itália para ir à decisão do estadual. O Verdão, por ter conseguido diminuir o prejuízo no final, precisa vencer – por qualquer contagem – para se classificar.

O São Paulo entrou no clássico cheio de problemas: um elenco desfalcado por lesões, o artilheiro Borges suspenso, dois atletas brigões afastados pela diretoria, oito titulares pendurados com dois cartões amarelos, uma derrota na última quarta-feira (1 a 0 para o Audax Italiano, no Chile) e ainda sob perigo de não se classificar para as oitavas-de-final da Libertadores da América.
Já o Palmeiras foi para o Morumbi repleto de confiança: time que mais pontuou no Paulistão (ao lado do Guaratinguetá), embalado por 14 partidas sem perder, dono de um dos ataques mais positivos do estadual, sem atletas suspensos, só com um pendurado e com os retornos de peças importantes como Kléber e Valdivia.

Lendo isso, você apostaria em quem? Palmeiras? Tenha certeza que muitos apostaram também...
Mas quem nunca ouviu as máximas do futebol: “clássico é clássico”, “time em crise costuma se reerguer nos clássicos”, “clássico não tem favorito”...? Então, dito e feito! O São Paulo, em crise e cambaleando, mandou no jogo. O Palmeiras, badalado e favoritíssimo, assistiu e ficou sem a vantagem.

O técnico são-paulino, Muricy Ramalho, surpreendeu e escalou Alex Silva, deixando Júnior no banco e armando o seu time no 3-5-2. Antes de a bola rolar, seu rival, Vanderlei Luxemburgo, disse que estava preparado para encarar um Tricolor assim: com três zagueiros e dois volantes.

Quem imaginou um São Paulo recuado, se enganou. O Palmeiras até teve mais posse de bola, só que o Tricolor criou as melhores chances e foi mais ameaçador. Importante dizer também que os donos da casa contaram com uma mãozinha extra. Três mãos, na verdade: uma do atacante Adriano, uma da auxiliar Maria Elisa Barbosa e outra do árbitro Paulo César de Oliveira. Aos 11 minutos, Jorge Wagner cruzou na área e o Imperador mergulhou para concluir. Ele queria cabecear, mas foi a mão direita quem tocou a bola a rede. E ninguém da arbitragem viu...
O erro desestabilizou o Palmeiras e o São Paulo passou a ficar mais perto do segundo gol que o Verdão do empate. Valdivia, esperança alviverde, mancava e quase não ameaçava a meta de Rogério Ceni.

O segundo tempo começou como terminou o primeiro, com o Tricolor melhor. A um minuto, Jorge Wagner aproveitou falha do Gustavo e lançou Adriano. O Imperador conduziu a bola, teve tempo para parar, olhar o gol, escolher o canto e fuzilar Marcos.

Com 2 a 0 no placar, a torcida são-paulina delirava e já via a final ficando mais próxima. Luxemburgo, então, fez três substituições (entraram Martinez, Denílson e Lenny) e conseguiu equilibrar a partida. Rogério Ceni passou a ser mais exigido e fez linda defesa num chute cara a cara de Diego Souza.
Aos 31 minutos, Lenny fez o que gosta: encarou o marcador, driblou e invadiu a área. Mas foi derrubado por Alex Silva. Pênalti! O outro Alex, o Mineiro, cobrou e fez o seu 12º gol no Campeonato Paulista.

O gol não salvou o Palmeiras da derrota, mas devolveu o ânimo ao time, que buscou o empate até o fim (e teve chance para isso!), e à sua torcida. No próximo domingo, num Palestra Itália que promete ferver – o Morumbi não lotou... –, o Verdão precisa de uma vitória por qualquer placar para se classificar para a final. O empate levará o São Paulo para decidir o título contra Guaratinguetá ou Ponte Preta.

11.4.08

No Chile, Tricolor perde o jogo e a liderança


O São Paulo foi derrotado pelo Audax Italiano (CHI), por 1 a 0 em Santiago, e perdeu a liderança do grupo 7 da Taça Libertadores da América. Após um primeiro tempo muito ruim, o Tricolor melhorou na segunda etapa. Mas foi justamente no fim que os chilenos chegaram ao gol, com Ramos. Agora, o time brasileiro precisa vencer o Nacional de Medellín (COL) na última rodada, dia 23, no Morumbi, para se classificar para as oitavas-de-final.

Com um elenco desfalcado por lesões – Juninho, Aloísio e Zé Luís – e suspensões internas – Fábio Santos e Carlos Alberto –, o técnico Muricy Ramalho armou o São Paulo com um lateral-direito (Joilson) no meio-campo, com um volante (Richarlyson) na lateral esquerda e com o único lateral-esquerdo (Júnior) no banco de reservas...
A reação em campo foi um time confuso e abusando dos erros de passe. A todo o momento Muricy ia à linha lateral e tentava corrigir o posicionamento dos seus jogadores. Mas sem sucesso. No primeiro tempo, as chances de gol foram poucas para os dois lados. Aos 18 minutos, Rogério Ceni salvou uma finalização de Orellana. Dez minutos depois, numa das poucas jogadas lúcidas do Tricolor, Joilson deixou Éder Luís na cara do gol, mas, dessa vez, foi Villasanti quem fez grande defesa.

Os poucos torcedores do São Paulo no Estádio Nacional de Santiago – cerca de cem – começaram a ficar impacientes. Barulhentos, reclamavam do time, de Richarlyson, dos erros em geral, do técnico...
No primeiro minuto do segundo tempo, Jorge Wagner, completamente impedido, balançou a rede e o juiz anulou o lance corretamente. O gol não valeu, mas o Tricolor passou a arriscar mais. Aos 16, talvez a melhor jogada da partida: Hernanes, o melhor do time brasileiro, dominou pouco depois da linha de meio-campo, conduziu e arriscou com consciência, mas a bola passou perto.

Muricy, então, decidiu trocar: tirou Éder Luís e apostou em Júnior. O time, que vinha crescendo na etapa final, melhorou. Aos 24 minutos foi Adriano quem perdeu ótima oportunidade. Lançado, o Imperador controlou a bola e fuzilou por cima do gol. O Audax, em menor quantidade, também ameaçava e assustou numa bola que Miranda tentou cortar de cabeça e quase marcou contra.

A entrada de Dagoberto no lugar de Borges foi para dar mais velocidade ao ataque. Numa das suas primeiras participações, após jogada com Adriano, quase funcionou: a conclusão foi bonita, mas errou o alvo por pouco.
E justamente quando o São Paulo parecia que tinha resolvido jogar bola, veio o golpe chileno. Corvetto, que tinha acabado de entrar, foi lançado na esquerda e ganhou da zaga são-paulina. André Dias, para não fazer pênalti, não deu o bote e deixou o rival cruzar. Richarlyson se atrapalhou, quase empurrou para a própria rede, mas deixou Ramos fazer o serviço: 1 a 0 Audax.

O impacto do gol foi duro e o Tricolor diminuiu o ritmo. A última tentativa de Muricy, que não parava de gritar, foi chamar Hugo. Reintegrado após ter sido afastado por deficiência técnica, o meia substituiu Éder. Mas não dava mais tempo
Com a derrota no Chile e a vitória do Nacional de Medellín sobre o Sportivo Luqueño, 3 a 1 no Paraguai, o São Paulo perdeu a liderança. Agora, o Nacional tem os mesmos oito pontos que o Tricolor, mas com um saldo de gol melhor (4 a 1). Em segundo lugar, o time brasileiro terá de vencer seu último compromisso, dia 23 de abril, no Morumbi, diante do novo líder. Se empatar, terá de torcer para o Audax não vencer o Luqueño, sendo que os paraguaios jogarão já eliminados.

7.4.08

Tricolor apaga incêndio e rebaixa Juventus

O São Paulo garantiu sua passagem às semifinais do Campeonato Paulista ao bater o Juventus neste domingo por 3 a 1. Com gols de Adriano (assista no vídeo ao lado), Borges e Rogério Ceni, que marcou pela primeira vez este ano, o Tricolor deixou de lado a confusão envolvendo Carlos Alberto e Fábio Santos e conquistou uma vitória indiscutível no Morumbi. Com o resultado, o Moleque Travesso se despediu da elite do futebol paulista.

O Tricolor ficou com a terceira vaga do G-4 e na próxima fase vai encarar o Palmeiras, que se classificou em segundo lugar. A outra semifinal será disputada entre Guaratinguetá e Ponte Preta. No último confronto entre Palmeiras e São Paulo, o Tricolor foi goleado por 4 a 1.

O próximo adversário do Tricolor pelas semifinais do Campeonato Paulista é o Palmeiras, segundo colocado da tabela de classificação
Sérgio Motta brilha
A grande novidade na escalação do São Paulo foi a entrada do meia Sérgio Motta, revelação da equipe de base do Tricolor. O jogador foi a opção encontrada por Muricy Ramalho para substituir Jorge Wagner, suspenso pelo TJD. A vaga, a princípio, era de Carlos Alberto, que foi cortado de última hora. A explicação dada pela diretoria do clube é que o meia não estava bem fisicamente. Entretanto, nos bastidores, o comentário é de que o jogador foi agredido por Fábio Santos na concentração.

Especulações à parte, Sérgio Motta começou a partida mostrando serviço. Aos sete minutos, o meia arrancou pela esquerda, cruzou na área, mas Adriano não conseguiu alcançar a bola. A zaga cortou o lance antes da chegada do Imperador. Choveu muito durante todo o primeiro tempo, o que dificultou o passe e as jogadas de criação do São Paulo, que tinha pela frente um paredão na zaga do Juventus.

Aos 17 minutos, Sérgio Motta tentou aprontar outra vez. O meia arrancou com velocidade pela direita, procurou Adriano para o passe mas, como o Imperador estava extremamente marcado, o são-paulino arriscou de fora da área mesmo, mas a bola saiu por cima do gol.

Em seguida, foi a vez do Juventus assustar o goleiro Rogério Ceni. Lima quase marcou aos 20 minutos, em um lance onde a defesa tricolor estava totalmente aberta. O capitão são-paulino tirou com o pé direito. Um minuto depois, o torcedor tricolor sentiu um novo frio na espinha. Naves fez bela jogada pela esquerda , driblou a zaga, e chutou forte. Bem colocado, Rogério Ceni espalmou.

Sem movimentação e lento na transição da defesa para o ataque, o São Paulo resolveu arriscar um chute de longa distância. Borges mandou uma bomba de fora da área, aos 28 minutos, mas a bola saiu à direita do gol de Jonatas.

Muricy Ramalho mostrava irritação com a atuação dos laterais, Joilson e Junior, que não estavam apoiando o ataque como deveriam. E foi aí que Sérgio Motta apareceu para resolver o problema. O meia cobrou escanteio pela esquerda e Adriano subiu do jeito que gosta para abrir o placar para o Tricolor.

No último minuto da primeira etapa, Marcio Senna derrubou Borges na pequena área e o juiz marcou pênalti. Rogério Ceni bateu e Jonatas saltou para dar um tapinha na bola, que encostou na trave. No rebote, Ceni chutou e o goleiro do Juventus tirou com o pé. O auxiliar alegou que o camisa 1 do Juventus se adiantou no lance e mandou voltar a cobrança. Em sua segunda tentativa, o capitão tricolor não desperdiçou e marcou seu primeiro gol no ano aos 46 minutos.

Logo no começo do segundo tempo, Rogério Ceni foi cobrar uma falta na entrada da área do Juventus. O goleiro rolou a bola para trás e Adriano mandou uma bomba de pé esquerdo. A bola saiu à esquerda do gol.

Aos 9 minutos, foi a vez de Borges comemorar o seu. Sérgio arrancou em um contra-ataque, rolou para o atacante que, com liberdade, chutou forte da entrada da área.

Quatro inutos depois, o Juventus conseguiu descontar. Lima arriscou um chute forte da entrada da área, a bola quicou e enganou Rogério Ceni.

Com a classificação nas mãos, o Tricolor apenas administrou o resultado e segurou o jogo até os momentos finais.

4.4.08

Adriano passa a manhã no Reffis

O atacante Adriano passou a manhã em tratamento no Reffis. O jogador foi poupado do treinamento desta sexta-feira devido a dores musculares. O lateral-esquerdo Júnior, que recebeu uma pancada no tornozelo no rachão disputado na quinta-feira, também não treinou e fez companhia a Alex Silva, Aloísio e Juninho, que seguem sob cuidados médicos.

Apesar de não partcipar da atividade comandada por Muricy Ramalho, que realizou um recreativo com três times jogando ao mesmo tempo, para aperfeiçoar o passe e a marcação, Adriano deve pegar o Juventus.

3.4.08

Com um gol no fim, Adriano salva o Tricolor

O São Paulo sofreu para arrancar a vitória diante da modesta equipe do Sportivo Luqueño, nesta quarta-feira, no estádio do Morumbi. Retrancados, os paraguaios dificultaram ao máximo o trabalho do ataque tricolor e o resultado final foi magro: 1 a 0, com um gol de cabeça de Adriano aos 48 minutos do segundo tempo, já nos acréscimos (assista aos melhores lances no vídeo ao lado). Suor à parte, o resultado mantém o time de Muricy Ramalho na liderança isolada do Grupo 7 da Taça Libertadores da América.

Tricolor pressiona...

O São Paulo entrou em campo com o que tem de melhor no elenco. Disposto a sair do Morumbi com a vitória, Muricy Ramalho escalou o time com três atacantes: Borges, Adriano e Éder Luiz.

O esquema ofensivo fez o Luqueño sofrer desde os primeiros minutos da partida. Mais compacto dentro do campo, o Tricolor preenchia bem os espaços e pressionava a defesa paraguaia. Do outro lado, o Luqueño mostrava nervosismo. Muito mais modesta tecnicamente, a equipe não conseguia passar do meio-campo e apelava às faltas para dar um breque nas investidas do São Paulo.

Como os paraguaios estavam na retranca, os brasileiros tentaram driblar o paredão com chutes de longa distância. Hernanes quase marcou desta maneira em duas oportunidades. Primeiro, aos 22 minutos do primeiro tempo, ele deu uma paulada rumo ao gol de Garcia, mas a bola saiu pela linha de fundo. Na marca dos 34, Hernanes tentou novamente e mandou uma bomba de fora da área, que obrigou o goleiro paraguaio a se esticar todinho. Não satisfeito, ele apareceu dois minutos depois para cabecear um cruzamento de Zé Luis.

31.3.08

Imperador leva Tricolor de volta ao G-4

O São Paulo dormiu fora do G-4, mas Adriano tratou de recolocar o clube na zona de classificação. O Imperador marcou os gols da vitória por 2 a 0 sobre o Bragantino, neste domingo, em Bragança Paulista, pelo Paulistão (assista aos melhores momentos). A classificação para a próxima fase da competição está cada vez mais perto.

Agora, o anfitrião tem 35 pontos e a terceira posição. O Bragantino segue com 25 pontos, em 11º, sem chances de classificação. Na próxima e última rodada da primeira fase, que acontece no outro fim de semana, o São Paulo enfrenta o Juventus no Morumbi e o Braga encara o Paulista fora. Todos os jogos devem ser no domingo.
Dia do Imperador
O técnico Muricy Ramalho optou pelo 4-4-2, com Richarlyson na lateral esquerda. Hernanes e Jorge Wagner ficaram com a missão de criar para a dupla Borges e Adriano. Diante de um Bragantino fechado, a solução foi jogar nos erros do adversário. E deu certo aos nove minutos, quando Jorge Wagner se recuperou em uma disputa e tocou para Hernanes. Este lançou para Adriano. O atacante, sozinho teve um pequena dificuldade para colocar a bola na perna esquerda, mas conseguiu e tocou rasteiro para o gol de Gilvan.

Era mesmo o dia do camisa 10. Aos 21 minutos, Jorge Wagner cobrou escanteio e a zaga do Bragantino tentou tirar, mas a bola encontrou Adriano sozinho no segundo pau. Ele só teve o trabalho de colocar para dentro.

Depois de dois gols, o São Paulo diminuiu o ritmo. Mesmo sem muito empenho, o Tricolor continuava dando as cartas e administrando o jogo. Aos 39, Borges quase ampliou em um chute colocado, mas Gilvan espalmou e evitou mais um gol.

28.3.08

Afinados, Borges e Adriano selam vitória

O São Paulo precisava vencer para voltar ao G-4 do Paulistão, depois de ser beneficiado pela derrota do Corinthians para o Santos e pelo empate entre Ponte Preta e Rio Claro. E conseguiu o objetivo pelos pés da dupla Borges e Adriano (assista ao segundo gol de Borges). O Tricolor derrotou o Sertãozinho por 3 a 1, no Morumbi, embora ainda deva o bom futebol que todos querem ver.

Agora, o anfitrião tem 32 pontos e a terceira posição. O visitante segue com apenas 15 pontos, em 18º, na zona de rebaixamento. Na próxima rodada, que acontece neste fim de semana, o São Paulo enfrenta o Bragantino fora de casa, e o Sertãozinho encara o líder Guaratinguetá, também fora. Os dois jogos são no domingo.

Futebol devagar, mas Borges agita
A surpresa do técnico Muricy Ramalho foi a escalação do jovem Rafael na lateral direita. O treinador colocou os três atacantes que pretendia - Dagoberto, Borges e Adriano - para tentar furar a defesa fechada do visitante no Morumbi. Logo aos quatro minutos, o Imperador cabeceou pertinho da trave de Lauro e levou perigo.

Depois disso, o que se viu foi um anfitrião um pouco devagar em campo. Mas, apesar de não encantar o torcedor, o São Paulo abriu o placar aos 23 minutos. A aposta de Muricy, Rafael, arriscou um chute rasteiro. Lauro espalmou, e Borges, no rebote, completou para a rede. Oitavo gol do "Trabalhador" no Paulistão.

24.3.08

Borges mantém Tricolor na briga

O São Paulo precisava vencer para tentar voltar ao G-4 e seguir forte na briga por uma vaga nas semifinais do Paulistão. E conseguiu superar o Guarani por 1 a 0, na tarde deste domingo, em Campinas. Borges entrou na partida e resolveu a situação para o Tricolor, que não fez uma boa partida (assista ao gol do atacante).

O anfitrião também precisava dos três pontos, pois luta contra o rebaixamento. Mas, com apenas 14 pontos, continua entre os quatro últimos colocados. O Tricolor tem agora 29 pontos e a quinta posição. Ainda não está na zona de classificação, mas ainda briga pelo lugar entre os melhores do Estadual.

Na 17ª rodada, que acontece neste meio de semana, o São Paulo pega o Sertãozinho às 21h45m (horário de Brasília) da próxima quinta-feira, no Morumbi. Já o desesperado Bugre tenta a sorte na quarta-feira, às 16h, contra o Paulista, em Jundiaí.

Pouca emoção
A primeira boa chance do São Paulo saiu aos três minutos, em um passe de Carlos Alberto para Jorge Wagner. O jogador escorou de cabeça para trás, na direção de Dagoberto, que se aproximava da área. O atacante chutou rasteiro, mas o goleiro Gisiel ficou com a bola.

O Tricolor era melhor em campo. Criava mais e pressionava o anfitrião, que estava fechado na defesa, mas conseguia arriscar nos contra-ataques. Dagoberto concentrava a criação das principais jogadas, sempre voltando ao meio para buscar a bola e arrancar.

Aloísio arriscou um chute de longe aos 18. E, aos 20, Rogério Ceni teve a chance de abrir o placar em cobrança de falta na entrada da área. A bola bateu na barreira e o camisa 1 segue sem marcar um gol desde novembro do ano passado, contra o Grêmio, pelo Brasileiro.

O Bugre seguia recuado, mas tinha algumas chances perigosas nos contra-ataques. Aos 35, Roger Bernardo arrancou pelo meio e tocou para Fabinho na área. O jogador chutou, mas Ceni fez a defesa. A zaga tricolor não estava em um grande dia. Miranda, que sofreu uma pancada na cabeça no último jogo, pela Libertadores, e chegou a sofrer lapsos de memória, não fez um bom primeiro tempo.

Borges decide
O São Paulo voltou para o segundo tempo na expectativa de abrir o placar. Mas a equipe parecia se entender ainda menos do que no primeiro tempo. A sorte do Tricolor é que o Guarani também não se arriscava muito. A torcida são-paulina, que esgotou os cerca de quatro mil ingressos destinados ao clube da capital, estava impaciente no Brinco de Ouro.

Aloísio, que entrou contra o Luqueño (PAR), pela Libertadores, e fez um gol, começou como titular neste domingo, mas passou o tempo todo apagado e marcado na partida. Borges, que vinha sendo titular nos últimos jogos, perdeu a posição contra o Guarani, mas acabou entrando aos 28 minutos, para jogar ao lado de Aloísio. Dagoberto foi recuado e Carlos Alberto, que também não foi bem como nas partidas anteriores, saiu.

Um minuto depois, o atacante resolveu o problema tricolor: aos 29, recebeu uma bola na entrada da área e, de costas, fez o giro e chutou no canto direito do gol de Gisiel. Alívio são-paulino!

O Guarani resolveu sair mais para o jogo, desesperado com a derrota em casa, e a defesa são-paulina precisou trabalhar. Em menos de dois minutos, André Dias e Miranda precisaram fazer cortes para evitar a conclusão do ataque bugrino. O Tricolor segurou o resultado e saiu de Campinas com a esperança de classificação acesa.

20.3.08

Brasileiro do Luqueño tem sede de vingança


O atacante brasileiro Charles, que defende do Sportivo Luqueño, está contando os minutos para reencontrar o São Paulo nesta quinta-feira, pela Libertadores. O jogador, que foi dispensado pelo Tricolor em 2003, quer mostrar seu valor ao clube. E promete uma homenagem ao rival Corinthians se conseguir balançar a rede de Rogério Ceni.

- Tenho um grande amigo corintiano que me pediu uma homenagem. Ele disse que era para eu usar a camisa do 'Eu nunca vou te abandonar' embaixo do uniforme e, quando fizer um gol, mostrar a mensagem para todo mundo ler. Só não dá para fazer isso agora porque não tenho a camisa. Mas quem sabe em São Paulo, no Morumbi? Aí aproveito e faço em cima do símbolo - diz o jogador.

Litígio
Em 2003, Charles foi demitido pelo Tricolor por justa causa por ter se machucado jogando futsal pelo Clube Atlético Taboão da Serra. Assim que descobriu o fato, a diretoria do São Paulo rescindiu o contrato do atleta. O jogador entrou com processo na 57ª Vara do Trabalho de São Paulo para reverter a demissão mas o pedido foi negado.

- Eu não estava sendo aproveitado e fui jogar futsal para não ficar fora de forma. Não foi um desrespeito meu. Sinto muito por ter saído do clube - completa Charles.

O atacante ainda revela outra profunda mágoa do clube tricolor.

- Tenho muita vontade de provar para eles que eu poderia estar lá. Este jogo tem um gosto muito especial para mim por isso, porque não fui aproveitado - desabafa