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15.4.08

VIDEO: As 15 melhores ultrapassagens na Formula 1

VIDEO: MANSELL, SCHUMACHER, BARRICHELO, MONTOYA, SENNA

12.4.08

10.4.08

Fla vence medos e se classifica na altitude

VIDEO: FLAMENGO 3 X 0 CIENCIANO


Medo de eliminação precoce, medo da falta de oxigênio. O Flamengo colecionou temores antes do jogo contra o Cienciano. Mas, com ar estocado e uma atuação ótima no segundo tempo, o time rubro-negro venceu por 3 a 0 e garantiu a classificação antecipada às oitavas-de-final da Taça Libertadores. A redenção aconteceu no estádio Garcilaso de la Vega, nos quase 3.400 metros de Cuzco.

Pressionado por ser porta-bandeira da luta contra jogos na altitude, o Fla passou por maus bocados moralmente até chegar à cidade peruana. A imprensa e a população local debocharam da campanha rubro-negra. Até um burro com um cartaz "altura não mata" foi recepcionar a delegação carioca no aeroporto.

A resposta veio em campo. Se no primeiro tempo a equipe carioca repetiu antigos erros, na etapa final a atuação foi exemplar. Renato Augusto, o até então criticado Toró e Juan marcaram e garantiram a vitória. Mas o destaque principal foi Ibson. O volante, vaiado pela torcida rubro-negra, reagiu com correria e passes precisos nos lances de dois gols.

O Flamengo pula para os dez pontos, assume a liderança do Grupo 4 e garante a classificação antes mesmo de enfrentar o Coronel Bolognesi, na última rodada, no Maracanã. Nacional (nove pontos) e Cienciano (sete) duelam na rodada derradeira e disputam a vaga restante.

Oxigênio guardado dos "medrosos"
A fama de covarde grudou nos rubro-negros antes de o jogo começar. Assim que posaram para a foto oficial, os jogadores ouviram os gritos de "maricón" das arquibancadas. Tudo pela insistente recusa do clube em atuar em altitudes elevadas.

Mas os "medrosos" começaram jogando de igual para igual com os senhores da altura. Com espaço no lado esquerdo, Souza e Renato Augusto armaram tabelas, mas os chutes não incomodaram o goleiro Flores. A postura surpreendente não durou muito tempo

Com medo do ar rarefeito, os rubro-negros começaram a se poupar antes mesmo dos 20 minutos. Recuados, assistiram à melhora dos peruanos. Aos 23 minutos, Bazalar chutou de fora da área e Bruno saltou no ângulo esquerdo para salvar.

O duelo ideológico na questão sobre a altitude acirrou os ânimos entre os jogadores que estavam em campo. As faltas violentas multiplicaram-se e, assim como no jogo contra o Nacional, em Montevidéu, os rubro-negros exageraram nas reclamações com o árbitro argentino Sergio Pezzotta. Foram três cartões amarelos só no primeiro tempo.

Desestruturado em campo, o Flamengo só não tomou o gol aos 36 minutos porque Bruno fez linda defesa em peixinho de Romaña. Depois, o goleiro encarregou-se de retardar as reposições de bola enquanto os companheiros limitavam-se a dar chutes para o alto ou errar passes fáceis. Mesmo assim, ignorando a incapacidade de organizar qualquer ataque na maior parte da primeira etapa, o meio-campo Ibson classificou o desempenho como "bom".

Quem tem medo de altura?
O Cienciano não estava em seus melhores dias. O time peruano sentiu a falta de Chiroque, ponta esquerda que infernizou Leo Moura no Maracanã. Como ele estava machucado, coube ao japonês Sawa a função de cair pelo lado do lateral-direito flamenguista.

Lembra das tabelinhas de Souza e Renato Augusto no início do jogo? Enfim, uma funcionou aos oito minutos do segundo tempo. O atacante deixou um peruano caído e tocou para o apoiador.Tranqüilamente, ele dominou e bateu no canto direito de Flores.

Souza teve a chance de fazer o segundo aos 12 minutos. Ibson rolou, o atacante dominou mal e chutou prensado. Dono absoluto da etapa final, o time carioca perdeu outra chance com Kleberson.

Atônito com a blitz dos "medrosos", o Cienciano só ameaçou aos 15 minutos. Mas, novamente, o Bruno esticou-se para fazer a defesa em tentativa de Guevara. Aliás, o descontrole emocional do Flamengo no primeiro tempo transferiu-se para o time peruano. Bazalar foi expulso aos 18.

Na pausa, alguns rubro-negros, como Fábio Luciano e Cristian, fizeram uso do spray de
oxigênio. Mas quem precisou de ar nos pulmões foi o goleiro Flores para poder saltar e
espalmar o chute forte de Renato Augusto.

Os minutos passaram e Ibson tratou de colocar Toró na cara do gol. Novamente, o canto direito ficou aberto e o Flamengo marcou o segundo.

Nos minutos finais, Joel Santana fez as substituições, os jogadores se abraçaram e comemoraram - acima da classificação - a goleada moral. Mas ainda havia o último ato. No último lance, Juan cobrou falta - novamente no lado direito - e marcou o terceiro.

Flu perde em Sarandí: 2 a 0 Arsenal

Video: ARSENAL/ARG 2 x 0 FLUMINENSE/BRA

O Fluminense perdeu para Arsenal por 2 a 0 na noite desta quarta-feira, no Estádio Julio Grondona, em Sarandí, na Argentina, em seu quinto jogo pela primeira fase da Libertadores, perdendo a invencibilidade que mantinha na competição (veja os gols da partida no vídeo ao lado). Os gols foram marcados por Biagini e Bottaro, ambos no segundo tempo. Apesar da derrota, o Tricolor manteve a primeira colocação no Grupo 8, e precisa apenas de um empate no dia 17, no Maracanã, contra a LDU, para ir às oitavas-de-final com a vantagem de jogar a segunda partida do confronto em casa.

Primeiro tempo


Os primeiros 40 minutos de partida foram de dar sono. O Arsenal não tinha mais pretensões na competição, e o Fluminense, que foi à Argentina prometendo brigar pela vitória a fim de garantir o primeiro lugar no Grupo 8, entrou em campo sabendo que a LDU havia perdido na noite anterior para o Libertad por 3 a 1. Assim, mesmo se o Tricolor perdesse por 1 a 0, por exemplo, precisaria apenas de um empate no dia 17, contra a LDU, no Maracanã, para garantir a primeira colocação.

Diante destes fatores, o que se viu foi um festival de toques para os lados, sem objetividade alguma. Se havia algo em jogo, eram as canelas e tornozelos tricolores, que sofreram com a violência argentina - não vista no jogo de ida, no Maracanã. Mosquera e Garnier receberam cartão amarelo, mas poderiam ter recebido o vermelho que ninguém estranharia. A preocupação dos tricolores, que recentemente perderam Dodô e Washington por contusão, era ficar sem outro titular para o jogo de sábado, contra o Vasco, pela semifinal da Taça Rio.

Mas a inoperância argentina era tamanha que deve ter deixado os tricolores constrangidos por apenas tocar a bola para os lados. Assim, aos 40 minutos, Thiago Neves pegou o rebote de um lance em que Cícero foi derrubado na área e chutou bem ao seu estilo, forte e no canto, mas a bola saiu rente à trave esquerda de Orcellet. Três minutos depois, Arouca fez excelente lançamento para Conca, que invadiu a área e perdeu o gol na cara do goleiro conterrâneo.

Segundo tempo

A segunda etapa começou no mesmo ritmo da primeira, com os jogadores do Arsenal distribuindo pontapés assustadores. No primeiro minuto, Baez deu um um coice em Cícero, que deixou o campo com as marcas da chuteira adversária na coxa, mas o árbitro preferiu deixar o jogo correr.

Aos três, finalmente o Arsenal pensou em jogar futebol e ameaçou Fernando Henrique pela primeira vez. Espínola cobrou falta frontal ao gol tricolor, mas o goleiro se esticou todo para mandar a bola à linha de fundo. Cinco minutos depois, Bottaro se livrou de Maurício, deu belo drible em Thiago Silva, mas chutou fraco e para fora, sem perigo.

Sem atacantes e, conseqüentemente, sem penetração, o Fluminense passou a ser pressionado pelo Arsenal, que acabou chegando aos gol, aos 14 minutos. Num cochilo do lateral Junior Cesar, Espínola foi ao fundo e chutou forte para o meio da área. Esperto, Biagini fez o que era possível: meteu uma letra e mandou a bola para o fundo da rede de Fernando Henrique, que nada pôde fazer.

Ygor enterra as chances do Flu

O técnico Renato Gaúcho imediatamente colocou Tartá no lugar de Arouca, mas Ygor tratou de jogar um balde de água fria nas pretensões tricolores ao errar bisonhamente um passe para Luiz Alberto e dar a bola no pé de Bottaro. O atacante nem esperou a saída de Fernando Henrique e jogou no contrapé do goleiro, fazendo 2 a 0 para o time argentino.

Aos 26, o Fluminense criou sua única chance de perigo na segunda etapa. Depois de bom passe de Tartá, Thiago Neves invadiu a área, mas chutou sem a força habitual, para fácil defesa de Orcellet. Mas, aos 28, o camisa 10 tricolor acertou Baez sem bola e recebeu o cartão vermelho, acabando com qualquer possibilidade de reação tricolor.

Antes que acontecesse o mesmo com Cícero, Renato colocou Romeu em seu lugar para garantir o resultado que manteria o Fluminense na primeira colocação. Pelo menos isso aconteceu na noite portenha. O Tricolor perdeu, mas segue mais firme do que nunca rumo ao seu objetivo, que é o título inédito da Libertadores.

2.4.08

Video: Com Molina inspirado, Peixe humilha

Veja os melhores momentos de Santos-BRA 7 X 0 San Jose-BOL



Ao nível do mar e com o meia santista Molina inspirado, o San José-BOL não foi páreo para o Peixe. Nesta terça-feira à noite, na Vila Belmiro, o Alvinegro, cheio de gás, aplicou sobre o time time boliviano a maior goleada da Libertadores-2008 até o momento: 7 a 0. Com isso, devolveu - com juros - a derrota sofrida em Oruro, no último dia 19, a 3.700 metros de altitude. Com o resultado, o Peixe vai a sete pontos e cola no líder do Grupo 6 da Taça Libertadores, o Cúcuta-COL, que tem oito.
Uma moleza
O Santos não perdeu muito tempo. Engasgado com a derrota em Oruro, foi para cima do San José e, desde o início, apertou o time boliviano. Logo aos quatro minutos, Kléber acertou uma bomba de pé esquerdo e obrigou o goleiro Vaca a fazer boa defesa.

Aos sete e 14 minutos, Wesley teve mais duas chances e desperdiçou ambas. Na primeira, ele recebeu na pequena área, de frente, e chutou para cima. Na segunda, o atacante invadiu a área, passou por Palácios e, na hora de concluir, ficou na dúvida entre cruzar para Molina e chutar a gol. Não fez uma coisa, nem outra, e a bola passou à esquerda. O gol santista estava maduro. Os gols, aliás. E eles começaram a sair aos 17. Kléber cobrou falta com precisão na cabeça de Domingos, que golpeou firme, livre de marcação, e abriu o placar.

O San José mostrou que só vai bem a 3.700 metros de altitude. Sem este aliado, é uma equipe muito limitada. Falha nos passes, nos arremates a gol e na marcação. Sorte do Santos, que ampliou aos 22. Molina recebeu pelo meio, limpou a jogada e bateu colocado, de canhota. Acertou o canto esquerdo. O colombiano fez mais um aos 32. Wesley fez jogada individual e passou para o meia gringo, que bateu de chapa, bem no canto esquerdo.

A vitória estava definida. Para piorar a situação dos visitantes - e tristeza da grande torcida boliviana que compareceu à Vila Belmiro (dez ônibus no total) - o lateral Palácios acertou uma entrada criminosa em Kléber e acabou expulso.

Em ritmo de treino
Com a vitória muito bem encaminhada, o Santos diminuiu o ritmo e apenas administrava, com toques de lado e procurando apenas atacar na boa. Apesar do amplo domínio santista, quem fazia a festa era a torcida boliviana. Isso mesmo. Os visitantes cantavam e até arriscavam um olé nas raras vezes que o San José acertava passe.

Mas a torcida santista era maioria e voltou a vibrar e a calar os torcedores do San José aos 18 minutos, quando Molina marcou seu terceiro gol, o quarto do Peixe, completando de primeira mais um cruzamento perfeito de Kléber.

Faltava o do artilheiro. Após o quarto gol e diante de tamanha facilidade, começou um movimento para que Kléber Pereira deixasse sua marca. Os santistas pegavam a bola e sempre buscavam o goleador. Até que, aos 35, saiu o gol do matador. Kléber cobrou falta da esquerda, à meia-altura, e o seu xará completou de pé esquerdo. A bola ainda bateu no goleiro antes de entrar.

A torcida ainda comemorava o gol de Kléber, quando Michael Jackson Quiñonez marcou seu primeiro gol com a camisa do Peixe. Ele invadiu a área pela esquerda e tocou por baixo do goleiro. Olé na Vila!

Calma, internauta ainda não acabou. Aos 41, Molina ainda fez mais um. Não perca a conta, é o sétimo gol, o quarto de Molina. Ele recebeu pela direita, cortou para dentro e chutou certeiro.

Ao final da partida, as atenções dos torcedores já estavam voltados para o Paulistão. Mesmo eliminado, o Peixe ainda pode prejudicar o Corinthians se perder para a Ponte Preta, no próximo domingo. Por isso, o coro:

- Ê, ê, ê, ê, entrega para a Ponte!

Video SANTOS X SAN JOSÉ

28.3.08

Video Romário

Romário está se despedindo do futebol
Veja os 11 Golaços que marcaram a carreira do camisa 11 Tetracampeão do mundo.

Video Romário

20.3.08

ASSITA OS GOLS

VIDEOS LIBERTADORES DA AMÉRICA

FLUMINENSE 2 X 1 LIBERTAD

19.3.08

Boa vida, Marcelinho Carioca busca gol 500

Eterno ídolo do Corinthians, Marcelinho Carioca já tinha pendurado as chuteiras, mas um projeto de clube-empresa do Santo André o fez repensar a carreira e voltar a jogar. Nesse retorno, o Pé-de-Anjo não só tem ajudado o clube do ABC paulista a se aproximar da elite estadual como está bem perto de atingir a marca de 500 gols. Mas ele mesmo alega que sem muita preocupação, só para curtir a vida.

- Veja você! Eu nem esperava chegar a essa marca, mas quando voltei a jogar comecei a acompanhar, o pessoal foi me falando e eu vi que dava. Então pensei, vou atingir os 500 gols, sim. Será um motivo de muita alegria para mim, ainda mais porque não sou um atacante, e sim um meia - diz Marcelinho.

O recorde pode acontecer já nesta quarta-feira, quando o Santo André enfrenta o São José, pela 19ª rodada da Série A-2 do Paulista, no estádio Bruno José Daniel. Se balançar as redes duas vezes e atingir os 500 gols na carreira, Marcelinho acredita que pode entrar em lista que tem Romário, Túlio...

Fim no Timão por salário mínimo
O Santo André convenceu Marcelinho a voltar a jogar. Junto com isso, o meia retomou o projeto de encerrar a carreira com a camisa do Corinthians, que o próprio gosta de chamar de “segunda pele”. Para isso, a diretoria alvinegra não precisa fazer muita coisa. O Pé-de-Anjo quer jogar por um salário mínimo (R$415).

- Eu voltei a pensar nisso, sim. Na minha última passagem por lá não me deixaram jogar, mas agora a diretoria é outra. Queria que fosse um jogo do Campeonato Paulista, no Pacaembu, contra o arqui-rival/arquiinimigo, porque dou muita sorte contra eles. Não quero muita coisa, só um salário mínimo. Depois quero fazer um DVD, uma camisa comemorativa - diz Marcelinho.

Segundo Marcelinho Carioca, esse assunto já foi tratado extra-oficialmente com o presidente do Corinthians, Andrés Sanches. Mas só depois que ele encerrar sua participação no Santo André, porque quer ainda jogar a primeira divisão paulista.

- Eu acho que posso ser colocado numa lista ao lado desses jogadores. Eu não sou atacante e minha obrigação nunca foi fazer gol. Quem tem essa obrigação são os jogadores de frente, e eu jogo na armação. Eles estão bem à frente, mas para um jogador como eu chegar a 500 gols é muita coisa - acrescenta o polêmico jogador.

Curtindo a vida adoidado
Algumas pessoas podem até se perguntar o porquê de Marcelinho Carioca, dono de um currículo cheio de conquistas e passagens por grandes times, estar no Santo André disputando a segunda divisão do futebol paulista, mas isso não incomoda o craque. O motivo? Ele está curtindo a vida e “brincando”.

- Eu me sinto uma pessoa realizada. Hoje jogo futebol muito mais pela alegria de estar em campo do que para provar alguma coisa. Estou apenas curtindo. É como se me chamassem para jogar uma pelada na quarta-feira à noite, só que de maneira mais organizada - declara o meio-campista.

Holofotes? Só em Hollywood
Depois de passagens por grandes clubes brasileiros, Marcelinho Carioca viveu um período perambulando por centros não muito famosos do futebol mundial, além de passagens por Brasiliense e o próprio Santo André. Questionado sobre a falta de assédio nesses lugares, o Pé-de-Anjo responde com irreverência.

- Quando você é uma pessoa realizada e feliz não tem de se preocupar com isso. O que eu represento para o futebol já está lá. A história será para sempre. Se eu quisesse holofotes iria trabalhar em Hollywood - brinca o jogador.

Corintianos viram a casaca
A torcida do Santo André está longe de ser grande, mas com a presença de Marcelinho Carioca no time tem ao menos conseguido a simpatia dos torcedores do Corinthians, que tem a segunda maior torcida do país. Segundo o meia, muitos alvinegros vão aos treinos e aos jogos dar apoio ao Ramalhão.

- É o maior barato isso. Tem muito corintiano que aparece nos jogos e nos treinos para dar apoio e me ver. O povo paulista todo é muito legal comigo, por isso eu concentrei toda a minha vida aqui - finaliza

VIDEO

HOMENAGEM AO MARCELINHO CARIOCA
GRANDE IDOLO DA FIEL TORCIDA

Estudiantes vence Danubio e lidera Grupo 2

O Estudiantes (ARG) pulou para o primeiro lugar do Grupo 2 da Libertadores ao derrotar o Danubio(URU) por 2 a 0, em La Plata, na noite desta terça-feira. Verón e Desábato, o zagueiro que ficou dois dias preso no Brasil depois de insultar Grafite, então no São Paulo, com xingamentos racistas, em 2005, marcaram os gols. Com o resultado, o time argentino chega à ponta com sete pontos. Lanús (ARG) e Deportivo Cuenca (EQU), que se enfrentam nesta quinta-feira, têm cinco, e o Danubio é o lanterna, com apenas um.

O jogo
O primeiro tempo foi um jogo de ataque contra defesa. O Estudiantes, apoiado pela torcida que não parou de cantar no estádio Ciudad de La Plata, buscou o gol desde os minutos iniciais. Com forte marcação no meio-campo, os argentinos não davam espaço ao Danúbio e chegavam com facilidade à area adversária. O veterano Verón quase abriu o placar aos 18, em cobrança de falta que acertou o travessão. Dois minutos depois, os donos da casa tiveram um gol corretamente anulado pelo árbitro brasileiro Leonardo Gaciba. Maggiolo ganhou a disputa com o goleiro e tocou para a rede, mas o auxiliar Alicio Pena Júnior assinalou impedimento. A pressão era intensa. Angeleri, aos 25, e Maggiolo, aos 36, tiveram boas oportunidades de marcar, mas o goleiro Conde impediu o gol com boas defesas.

O domínio argentino só se traduziu em vantagem no placar a dois minutos do intervalo. Num lance duvidoso, Gaciba apitou pênalti após uma dividida entre o atacante Piatti, do Estudiantes, e o zagueiro Rodriguez. Verón bateu no canto direito, e o goleiro pulou para o esquerdo: 1 a 0.

Estudiantes se acomoda, mas Danubio pouco incomoda

O gol no fim da primeira etapa fez os donos da casa entrarem mais relaxados no segundo tempo. O Danubio, no prejuízo, esboçou uma reação e assustou em duas tentativas de Ribair Rodríguez, mas as finalizações acabaram indo para fora. A impressão era de que os uruguaios poderiam chegar ao empate, mas de uma falta da intermediária, que parecia despretensiosa, saiu o segundo gol do Estudiantes. Benitez mandou um chuveirinho para a área, e Desábato marcou de cabeça, dando números finais à partida.
VEJA OS GOLS
VIDEO ESTUDIANTES 2 X 0 DANUBIO

Raposa arranca empate e segue na ponta


Prejudicado pelo fato de contar com apenas 15 dos 25 jogadores inscritos na Taça Libertadores, o Cruzeiro até que conseguiu arrancar bom empate por 1 a 1 com o Caracas, na noite desta terça-feira, no Estádio Olímpico, na capital venezuelana (assista ao vídeo ao lado). Se perdesse, ficaria sem a liderança. Com o resultado, válido pela quarta rodada do Grupo 1, a Raposa se mantém na ponta da chave, chegando aos oito pontos na classificação, e se mantendo invicto na competição. O time anfitrião continua em segundo, agora com sete pontos.

O Cruzeiro só volta a jogar na competição sul-americana no dia 3 de abril, uma quinta-feira, quando recebe o San Lorenzo, no Mineirão. Antes disso, neste sábado, visita o Democrata, em Governador Valadares, pela oitava rodada do Campeonato Mineiro. No dia 1º, o Caracas vai visitar o Real Potosí.

Quem é que sobe?
A primeira boa oportunidade celeste surgiu aos nove minutos, em uma boa arrancada do lateral-direito Apodi. Ele foi até a ponta e centrou para Marcelo Moreno, que tocou de letra e facilitou para a defesa de Rosales. A resposta veio no lance seguinte: Fábio teve que mostrar tempo de reação ao defender dois chutes seguidos dos atacantes Castellín e Bastianini.

Aos 19, quase Marcelo Moreno se aproveitou após recuo errado de Vera, mas o goleiro saiu bem do gol. O time mineiro deu bobeira maior aos 29. Em cobrança de falta de Cominges na área, enquanto o goleiro Fábio e o zagueiro Thiago Martinelli ficaram parados, Valencia subiu sozinho na pequena área e cabeceou para abrir o placar. No restante da etapa, a Raposa abusou dos passes errados e pouco criou. Só no último minuto, Marcinho arriscou com perigo mandando rente à trave direita venezuelana

Empate na hora certa
O técnico Adilson Batista deve ter chamado os jogadores celestes à realidade no intervalo do jogo. O fato é que o Cruzeiro voltou melhor no segundo tempo e, aos sete minutos, depois de duas boas chances, o lateral Lucena deu um soco na bola após bola alçada na área, mas o árbitro colombiano Óscar Ruiz viu e apitou pênalti. Na cobrança, Marcelo Moreno bateu no canto direito, sem chance para Rosales, empatando o jogo.

Logo após o gol celeste, o volante Ramires deu um susto ao cair no gramado após dividida. O treinador da Raposa tinha apenas três opções no banco, mas, logo depois, o camisa 8 se recuperou. Aos 32, Wagner puxou um bom contra-ataque, mas errou no passe final a Marcelo Moreno. Nos últimos minutos do jogo, o Caracas ainda conseguiu pressionar levantando bolas na área, mas a defesa celeste desta vez estava atenta. Aos 42, Vizcarrondo levou cartão vermelho por fazer falta violenta em Ramires. E, nos acréscimos, Jonathan mostrou ao árbitro um objeto que lhe foi atirado pela torcida da casa.
TORCIDA DO CRUZEIRO FAZ A FESTA
VEJA O VIDEO

18.3.08

Video Rogério Ceni

VIDEO Uma simples homenagem ao maior idolo da história do SÃO PAULO
VIDEO ROGÉRIO CENI

13.3.08

Video Romario

VIDEO ESPECIAL ROMARIO

JOGADAS DO GRANDE TETRACAMPEAO MUNDIAL ROMARIO

12.3.08

'Nicolas Cage' engana presidente do Real

Uma pegadinha enganou o presidente do Real Madrid na semana passada, durante o jogo do clube contra o Roma, no Santiago Bernabéu. O humorista Paolo Calabresi, sósia do ator americano Nicolas Cage, apresentou-se no intervalo do jogo entre Real Madrid e Roma com sendo o astro americano. Ramón Calderón recebeu o impostor com presentes em seu camarote.

Os autores da pegadinha usaram o nome da produtora que havia levado Sylvester Stallone ao Bernabéu semanas antes. O sósia de Nicolas Cage apresentou-se com dois seguranças para dar mais veracidade ao quadro. O resultado foi que Ramón Calderón caiu sem suspeitar de nada.

O presidente do Real entregou ao italiano uma camisa do Real Madrid personalizada com o nome "Nicolas Cage". Depois, presenteou o falso astro com uma outra camisa, autografada por Robinho. Por fim, entregou ao italiano um cartão que tornava Nicolas Cage um sócio do Real Madrid.

As imagens do encontro, gravadas pelos acompanhantes do falso Nicolas Cage, estão disponíveis no Youtube.Assita aqui
Video Real Madrid

11.3.08

Video Luis Figo

Video com grandes jogadas do craque português Luis Figo

Video Figo

7.3.08

Flamengo, descontrolado, perde para o Nacional

VIDEO NACIONAL 3 X 0 FLAMENGO
As últimas visitas do Flamengo a Montevidéu não têm sido nada agradáveis. Dez meses após a inesquecível derrota para o Defensor por 3 a 0 na primeira partida das oitavas-de-final da Libertadores de 2007, no estádio Centenário, o Flamengo voltou à capital do Uruguai, desta vez no Gran Parque Central, e saiu de campo com uma derrota pelo mesmo placar. Porém, a queda desta quinta-feira ocorreu mais pelos próprios erros e descontrole do Fla - Toró e Leo Moura foram expulsos infantilmente - do que propriamente pelas qualidades do Nacional.

O time uruguaio tomou a liderança do rubro-negro no Grupo 4 da competição, com seis pontos. Com quatro, o Fla caiu para a segunda colocação, com um jogo a mais do que o Cienciano, que tem três pontos, e o Coronel Bolognesi, que tem um. Os dois times peruanos jogam na terça-feira, dia 11, em Cuzco. Na quarta rodada, dia 19, o Flamengo recebe o Nacional, no Maracanã.


Gol no fim e expulsão inusitada na primeira etapa

O jogo começou como era esperado, com o Nacional tentando sufocar o Flamengo em seu campo de defesa. Os rubro-negros se esforçaram para impedir a iniciativa uruguaia de todas as formas, até mesmo com chutões para o alto. O nervosismo ficou claro aos três minutos, quando Leo Moura recebeu cartão amarelo por uma entrada violenta em Cardaccio, que puxava um contra-ataque ainda em seu campo de defesa.

Mas as duas primeiras chances reais de gol foram do Fla, com chutes da entrada da área de Kleberson e Juan, aos 10 e 11 minutos, respectivamente. Aos poucos, o jogo foi ficando mais equilibrado, com muita luta principalmente no meio-campo, com os dois times marcando forte e tentando sair em velocidade ao ataque.

Aos 20, uma grande oportunidade para os donos da casa: após um cruzamento na área, Morales desviou de cabeça e Bertolo chegou para concluir, mas foi barrado por Bruno. No rebote, Morales ainda teve mais uma chance, mas mandou para fora.

Cinco minutos depois, a jogada mais bonita da partida até então: Souza arrancou pela esquerda, passou por dois adversários, tocou para Diego Tardelli, que driblou mais um uruguaio e chutou para uma defesa segura de Viera no meio do gol.

Um pouco afobados no ataque, os jogadores do Flamengo foram pegos em impedimento algumas vezes, principalmente Souza. Leo Moura e Juan, dois dos principais jogadores no sistema ofensivo do técnico Joel Santana, não fizeram um bom primeiro tempo: enquanto o lateral-esquerdo errou muitos passes, o direito atuou de forma muito contida, sem se soltar à frente.
Aos 37, por pouco o Fla não abriu o placar: Kleberson cruzou da direita, Souza foi buscar a bola no alto e cabeceou para uma linda defesa do goleiro uruguaio, que espalmou a escanteio. Ótimo para o Nacional, que três minutos depois balançou as redes rubro-negras: Ibson errou passe na saída de bola, Romero chutou de longe, Bruno espalmou mal, nos pés de Morales, que mandou uma bomba para dentro do gol.

Em seguida, aos 42, uma cena inusitada e péssima para as pretensões do Fla: a bola saiu pela lateral esquerda, um gandula retardou a devolução e foi agredido por Toró, que acabou expulso de campo. Aos 44, Fábio Luciano disputou bola com Bertolo quase na linha de fundo. O zagueiro agrediu o adversário com um chute leve no rosto, mas nada foi marcado. Fim de primeiro tempo e expectativa de mais 45 minutos dramáticos.

Fla volta, tem mais um expulso e se perde

Preocupado com a expulsão de Toró, Joel resolveu tirar Diego Tardelli e colocou Marcinho em seu lugar para que não perdesse tanta força na marcação. Mas logo aos cinco minutos, a situação do Rubro-Negro ficou ainda pior com a expulsão de Leo Moura que, imprudente, disputou um lance no meio-campo solando e, como já tinha amarelo, foi para o chuveiro mais cedo. Em seguida, Bruno fez um milagre ao defender uma cabeçada de Victorino. Com dois a menos em campo, Joel substituiu Kleberson por Jaílton para reforçar o setor defensivo.

Mesmo com nove jogadores, o Fla foi em busca do empate deixando muito espaço na retaguarda, mais aberto aos contra-ataques do Nacional. Aos 22, mais um gol dos uruguaios: Bruno saiu muito mal para tentar cortar um cruzamento da esquerda, houve um bate-rebate na pequena área e Morales fez o segundo. Um minuto depois, 3 a 0: Fornaroli cobrou falta da entrada da área, a bola desviou na barreira e enganou o goleiro rubro-negro. Uma festa incrível dos torcedores no Parque Central.

Nos últimos 20 minutos de jogo, só o que se viu foi um Flamengo atordoado em campo e o Nacional em cima, na luta pelo quarto gol, que acabou não saindo. Dia 19 tem mais, e o Fla terá que vencer de qualquer maneira em casa se quiser sonhar com a classificação às oitavas-de-final da Libertadores
Video Flamengo

26.2.08

Video Corinthians

Video Homenagem ao Corinthians, 2ª Maior Torcida do Brasil

Video Messi

Video com grandes Jogadas de Lionel Messi

Video Lionel Messi

25.2.08

VIDEO RONALDO FENÔMENO

VIDEO COM GOLS E AS ARRANCADAS DO MAIOR ARTILHEIRO DE TODAS AS COPAS
RONALDO O FENÔMENO

VIDEO RONALDO

Video Flamengo campeão taça Guanabara 2008

Video Flamengo Campeão